
Abandonei-o
Sozinho no invisível do escuro
Perdido entre os pensamentos e os sons
Entre as sensações ilustradas
Já nada resta dele
Nem a mera sombra da sua existência.
Levou consigo a ilustre miragem da realidade paralela
E deixou o imenso esquecimento do Ser
Navego agora entre o nada e o nenhum
Mostro ser quem não sou
Vejo em mim a falta que fazes
A distância apaga
O timbre da tua voz
Respiro a delicadeza do sublime e
Imagino outra vez
Sonho outra vez
E percebo que estas novamente aqui
Na percepção do espaço
Na intemporalidade da luz
Adapto-me a ti e
Tu moldas-te a mim
Renasces….porque afinal nunca te abandonei.
Sozinho no invisível do escuro
Perdido entre os pensamentos e os sons
Entre as sensações ilustradas
Já nada resta dele
Nem a mera sombra da sua existência.
Levou consigo a ilustre miragem da realidade paralela
E deixou o imenso esquecimento do Ser
Navego agora entre o nada e o nenhum
Mostro ser quem não sou
Vejo em mim a falta que fazes
A distância apaga
O timbre da tua voz
Respiro a delicadeza do sublime e
Imagino outra vez
Sonho outra vez
E percebo que estas novamente aqui
Na percepção do espaço
Na intemporalidade da luz
Adapto-me a ti e
Tu moldas-te a mim
Renasces….porque afinal nunca te abandonei.
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